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Mostrando postagens de outubro, 2025

10 - Poema do Ser - Macrovisão - Parte 6

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Unidade entre todos os Seres no seio da Consciência Cósmica e as suas projeções de espaço-tempo Unidade do Ser com o Todo “...o Pai está em mim e eu estou no Pai…’’ “Eu e o Pai somos um” - Jesus de Nazaré, em João 14:10 e 10:30. O Absoluto está em mim e eu estou no Absoluto. O Todo está na parte e a parte está no Todo. O Absoluto é imanente em mim e igualmente transcendente ao meu eu. Unidade com o Próximo O Outro é transcendência do Eu no Absoluto Transcendente. O Absoluto pode ser contemplado em imanência no meu interior ou no outro, em transcendência, no meu exterior. Podemos perceber, assim, o Absoluto em si como no outro. O Outro é o Absoluto que me transcende. O próximo é o outro mais próximo no ciclo transitório de relações em ponto de convergência no espaço-tempo, na realidade substancial, ou na eternidade não substancial, na realidade essencial, imaterial. Como o Absoluto está em mim e eu estou no Absoluto; Como o Todo está na parte e a parte está no Todo; Eu estou no outro, p...

9 - Poema do Ser - Macrovisão - Parte 5

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Personalidade, Essência e Ser Personalidade Do ponto de vista transitório, eu sou a personalidade, uma organização e complexo psicobiológico, psicofísico, relacional e dinâmico. Ela se dissolve e se renova a cada renascimento, sendo uma manifestação circunstancial, temporária e que se expressa em um espectro que vai do mais denso ao mais sutil. Ela é também memória, uma estrutura psíquica e histórica multinivelada. A personalidade é assim o composto entre psiquismo e forma particularizado em determinado ciclo de vida ou ciclo de existência. As personalidade nascem e morrem de forma cíclica em uma série sucessiva. Uma personalidade é um composto inseparável e integrado, embora com partes distintas, formada por psiquismo e forma. Não se pode separar psiquismo de forma, pois eles não existem de forma independente. Sempre há uma forma servindo como instrumento de manifestação do psiquismo, mesmo após a morte, quando a personalidade perde o corpo físico, mas continua se expressando, como fa...

8 - Poema do Ser - Macrovisão - Parte 4

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A subtância do Ser na sua dualidade psiquismo e forma (consciência e energia). Na contraparte substancial do meu Ser, eu sou expressão energética transitória composta, que se expressa em infinitos níveis de densidade sobrepostos e interpenetrados que vão da densidade extrema, quase infinita, como um ponto no sorvedouro do centro de um buraco negro, à quintessência sutil, como um ponto no fulcro de um buraco branco.  Meu corpo, que é expressão concreta da minha personalidade, se expande por todo o biocosmo em diferentes níveis de densidade energética, estando também entre a densidade extrema de um ponto no centro de um buraco negro e a sutileza da quintessência de um ponto no fulcro de um buraco branco.   Na nossa visão, a individuação do Absoluto, que se traduz em Seres distintos, são Campos de irradiação infinita, por múltiplos níveis de densidade, que se interprenetram, se sobrepõem e se superpõem no emaranhado de um Campo Unificado no seio da Consciência Cósmica. Essa ...

7 - Poema do Ser - Macrovisão - Parte 3

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O Ser: sua substância e sua essência - o Transitório e o Eterno. O Ser é uma individuação composta e entrelaçada de Essência e Substância.  Se a substância compreende a existência, que é transitória, a essência compreende a presença, atenção, vigília e observação eternas.  A substância existe em individuações transitórias, enquanto a essência simplesmente é de toda a eternidade.  A Essência é o observador eterno do Ser. A sua substância é uma expressão individuada transitória.  O movimento existencial da substância nas fases de consciência, energia e matéria. Fase Descendente do Ciclo A Consciência Cósmica é uma expressão substancial da Essência Cósmica, que é não substancial.  A Consciência Cósmica, que é a forma original da substância, gera o espaço-tempo no qual o movimento ondulatório, que é vibração, traduz-se em energia.  A energia é a segunda forma de expressão da substância, que preenche o espaço no seu movimento no tempo.  O movimento ondulató...

6 - Poema do Ser - Macrovisão - Parte 2

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A Essência Absoluta como Rede e Organismo de Essências A Essência Absoluta é um organismo infinito e integrado de Essências, que é a contraparte não substancial do Absoluto, a Realidade Essencial. Por isso o Absoluto é quântico, fractal e holográfico. O organismo de essências é um sistema orgânico de individuações integradas em um Todo, com comunicação não-local, ou seja, não sujeita às restrições nem do tempo nem do espaço. É uma rede interligada de comunicação instantânea, que compartilha observação, atenção, conhecimento e bem-aventurança absoluta. Embora as essências sejam distintas no Absoluto, pois individuadas, são integradas e não separadas. A atenção, a observação e o conhecimento de uma é a atenção, a observação e o conhecimento de todas, em um Campo Unificado e Integrado de onisciência e onipresença atenta no Todo Absoluto. Expansão de complexidade intrínseca no organismo de Essências As Essências estão integradas e conectadas de forma indestrutível e imorredoura na Essência...

18 - Madalena, os Fatos por trás do Mito

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O Mito: sua Origem e Propagação. O mito de que Maria Madalena era uma prostituta começou a se consolidar no final do século VI , especificamente no Ocidente, com a intervenção de uma figura importante da Igreja. O momento crucial é frequentemente atribuído à Homilia 33 do Papa Gregório Magno, em 591 d.C. Nessa homilia, o Papa Gregório I (São Gregório Magno) fez uma fusão de três mulheres distintas dos Evangelhos em uma única pessoa: Maria Madalena (de quem Jesus expulsou sete demônios - Lucas 8:2). A "mulher pecadora" que ungiu os pés de Jesus e os lavou com suas lágrimas (Lucas 7:37-50). Maria de Betânia (irmã de Marta e Lázaro). Ao declarar que a mulher pecadora (que se acreditava ser uma prostituta) era a mesma Maria Madalena, ele oficialmente estabeleceu essa identificação na tradição da Igreja Ocidental, que perdurou por mais de um milênio. É importante ressaltar que: A Bíblia (Evangelhos Canônicos) não menciona que Maria Madalena fosse uma prostituta. A única referê...

17 - Lao Zi: O Mestre do Caminho Silencioso

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Introdução No panteão dos grandes pensadores da China Antiga, poucos nomes ressoam com tanto mistério e profundidade quanto o de Lao Zi (também grafado como Lao Tzu ou Lao Tse).  Contemporâneo ou quase contemporâneo de Confúcio – tendo vivido, supostamente, entre os séculos VI e V a.C. –, Lao Zi é reverenciado como o patriarca do Taoísmo, uma das mais influentes correntes filosóficas e espirituais da civilização chinesa.  Sua figura, envolta em lendas e debates históricos, é inseparável de sua obra seminal: o Tao Te Ching (道德經), o "Clássico do Caminho e da Virtude". A Figura Lendária A vida de Lao Zi é um mosaico de escassos registros históricos e ricas tradições lendárias, tornando difícil separar o homem do mito. O principal relato biográfico vem do historiador Sima Qian, que em suas "Memórias Históricas" (Shiji), do século I a.C., oferece algumas pistas: Nome: Seu nome de nascimento seria Li Er (李耳), e seu nome de cortesia, Boyang (伯陽). "Lao Zi" (老子)...